
As vezes sinto que não tenho palavras
As vezes sinto que não estou vivo
Minha alma está adormecida na tumba desesperadora
Ninguém ouve meu chamado
Tento sair,porém não obtenho sucesso
Doente e velha minha alma permanece
Latejando de fúria...desejando amores verdadeiros e genuínos
Em uma gaiola estou...o mundo parece tão injusto daqui de dentro...
Grito...suplico...
Ninguém me ouve...Ei! Existe alguém aí?
Não consigo parar de pensar em seu sorriso enlouquecedor e puro
Pureza na qual me sinto aliviado
Pureza na qual posso me libertar...onde minha alma não grita furiosa
O veneno da vida me mata aos poucos
Morte dolorosa e inquieta
Os gritos de minha alma são uma sinfonia frenética para meus ouvidos incansáveis
Mas agora as marés se viraram
Sonho com alguém que me libertará
Você será a luz clara que brilhará sobre minha cabeça cheia de problemas
Você irá me salvar...
Quando?
Não possuo noção do tempo, dias ruins nunca passam rápidos
E nessa eternidade sem fim espero minha luz...
Minha esperança...
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